Um mês exato da minha ultima postagem, a quem diga que felicidade de mais é sinal de tragédia, pois assim se sentia aquela menina com o coração partido em milhões de pedaços, tentando sorrir em frente aos amigos, sendo orgulhosa por algo que não valia nada, no fundo ela já sabia que não poderia voltar atrás, isso não seria justo.
Não seria justo com o seu próprio coração, corpo, mente e alma, que ali repousavam no braço da tristeza mais uma vez.
Logo trazia consigo alguns cigarros e uma chicara de café, assim espantava o sono, pois ele costumava trazer os piores pesadelos, enquanto acordava e se espreguiçava e procurava em vão por ele do outro lado da cama, e assim se fazia os dias, vazios.
Ela não irá se permitir chorar, alguém te ensinou a ser forte, porém ela sempre se entendeu bem com a dor de estar só, afinal não é a primeira vez que ele vai embora sem mais ou nem menos, pega e saí, no fundo, em algum lugar de sua alma, ela sabe que o amor nunca dura.
E voltando ao seu lado sóbrio da única coisa boa que aconteceu com ela nessa noite fria de um luar intenso, ela se preocupa em ir agradecendo pela companhia da Ana e do Bruno, afinal, eles não estariam tão preocupados em leva-lá a um point para espantar sua tristeza.
Desde já ela agradece pela compreensão, ela ama vocês dois, mais do que pensou que poderia amar.
E assim se desfaz uma longa noite, ela irá repousar seu corpo cansado em meio as roupas que jogou ao chão.
Enfim, é assim.